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Hoje comemoramos São Martinho de Tours!

  • 10 de nov. de 2017
  • 2 min de leitura

São Martinho, célebre Bispo da Igreja Católica, nasceu na Hungria, filho de uma família pagã. Com dez anos de idade procurava por diversas vezes as igrejas católicas, levado pela curiosidade, para observar o culto religioso e ouvir a doutrina. Tudo o quem via e ouvia, tanto lhe agradou, que, sem que os pais o soubessem, pediu admissão entre os catecúmenos, que se preparavam para o santo batismo. Com muito fervor fazia as orações e praticava obras de virtude.


Aos quinze anos foi sorteado para o exército imperial e mandado para Amiens, na França. Com grande cuidado fugia dos pecados e vícios. Da boca não lhe saia palavra mentirosa, insultuosa ou obscena. O tempo que os outros passavam divertindo-se no jogo e na bebida, Martinho empregava-o santamente, na oração ou na leitura útil e santa.


Grande era a sua caridade que tinha para com o próximo. Certa vez num dia de inverno rigoroso, ele encontrou-se com um mendigo quase nu, que lhe pediu uma esmola pelo amor de Deus. Não tendo dinheiro consigo e não querendo despedir o pobre sem um auxílio, pegou no manto, com a espada partiu-o em duas metades, das quais uma deu ao necessitado. Este ato tão generoso serviu-lhe de escárnio e zombaria por parte de seus colegas soldados. Na noite seguinte, Jesus Cristo apareceu-lhe revestido do mesmo manto dado ao mendigo, e lhe disse: “Martinho, principiante na fé, cobriu-me com este manto”. Esta aparição o impressionou bastante, que em sua alma amadureceu o plano de abandonar o serviço militar, e se dedicar unicamente ao serviço de Deus.


Motivos alheios à sua vontade, prenderam-no mais dois anos à vida de quartel.

Fiel à doutrina católica, recebeu o sacramento do batismo e aos 22 anos já batizado afastou-se da vida da Corte e do exército tornando-se monge e discípulo do famoso bispo de Poitiers, santo Hilário, que o ordenou diácono. Mais tarde, quando voltou do exílio, em 360, doou a Martinho um terreno em Ligugé, a doze quilômetros de Poitiers. Lá, Martinho fundou uma comunidade de monges. Mas logo eram tantos jovens religiosos que buscavam sua orientação que Martinho construiu o primeiro mosteiro da França e da Europa ocidental.


Quando ficou vaga a diocese de Tours, em 371, o povo aclamou-o, unanimemente, para ser o bispo. Martinho aceitou, apesar de resistir no início. Mas não abandonou sua peregrinação apostólica: visitava todas as paróquias, zelava pelo culto e não desistiu de converter pagãos e exercer exemplarmente a caridade. Nas proximidades da cidade, fundou outro mosteiro, chamado de Marmoutier. E sua influência não se limitou a Tours, tendo se expandido por toda a França, tornando-o querido e amado por todo o povo.


Martinho exerceu o bispado por vinte e cinco anos. Morreu, aos oitenta e um anos, na cidade de Candes, no dia 8 de novembro de 397. Sua festa é comemorada no dia 11, data em que foi sepultado na cidade de Tours.

Venerado como são Martinho de Tours, ele se tornou o primeiro santo não mártir a receber culto oficial da Igreja e também uSão

m dos santos mais populares da Europa medieval.


Martinho de Tours rogai por nós!

São Martinho de Tours rogai por nós!


 
 
 

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